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Mostrando postagens de Abril 9, 2019

KIN 167 - MÃO ESPECTRAL AZUL

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Dentro do Tzolkin a Mão é o sétimo e último arquétipo no ciclo do desenvolvimento da vida e representa o poder da realização, a conclusão, um portal para um outro nível de entendimento. Através da energia deste Kin, tomamos conhecimento da nossa necessidade individual e universal de cura. Entrando nesta frequência energética teremos facilidade para a auto-realização, desde que estejamos cientes dos nossos limites e dificuldades que foram adquiridos pela nossa falta de atenção para conosco, quando permitimos que palavras ou atitudes, danificassem nosso circuito interno, registrando impressões ilusórias e nos mantendo presos a condicionamentos impostos.  Nossas mãos são ferramentas de conhecimento, são extensões do nosso ser; nossas mãos tanto recebem quanto transmitem energia, nos encorajam a conhecer o poder de seu toque, curam e falam uma linguagem universal. A Mão sempre nos dá o empurrão que precisamos para finalizar nossos projetos como se fossem presentes da nossa essência ao mund…

KIN 166 - ENLAÇADOR DE MUNDOS PLANETÁRIO

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Cimi, o Enlaçador é governado por Marte; a energia deste Kin opera, principalmente, pelo chakra laríngeo e representa um portal dimensional na qual se unem dois aspectos da existência: vida e morte. Ele trabalha com a vida e a morte, a reencarnação, a regeneração, a transmutação; faz a ponte entre dois mundos e trabalha com o desapego do mundo e da nossa própria forma corpórea e nos ensina a processar as mudanças, a humildade e o perdão. O Enlaçador de Mundos representa a revelação, a realização da mortalidade do corpo físico, o equilíbrio orgânico entre vida e morte. Esta energia aperfeiçoa a manifestação e nos leva a fazer as coisas de modo perfeito, ou melhorá-las. Nos evidencia a ação e o efeito de manifestar, dar a conhecer, expressar, revelar, fazer uma demonstração coletiva, engendrar, criar. Como uma força, vem para equilibrar, a inevitabilidade da morte que cerca a todos nós. Quando percebemos como todas as coisas eventualmente acabam, ficamos imersos na riqueza do agora e o …