• Saviitri Ananda

FALSO PADRÃO DA MEDIDA DE TEMPO


Sua origem data de mais de 5.000 anos. Para ser mais preciso, vem de 3.113 a.C, desde a época da Babilônia. Foram os egípcios, os babilônios, os sumérios que conceberam o calendário de 12 meses irregulares, imposto à humanidade, do qual o calendário gregoriano atual é a última versão.


Para reconstruí-lo eles utilizaram um círculo de 360° graus, que foi dividido em 12 partes de 30° cada uma, acrescentaram 5 e com isso obtiveram o equivalente aos 365 dias, que é a duração de um ano solar em nosso planeta. Dividiram o total em períodos com 28,29,30 e 31 dias e assim foi feito o calendário que utilizamos até hoje, que esconde em seu interior um ciclo completo de 28 dias.


Apesar de ter sido originado há mais de 5.000 anos, é o mesmo calendário que vem sendo usado pela maioria da humanidade desde aquela época, pois as inúmeras mudanças que ele sofreu ao longo do tempo não alteraram a essência da sua concepção, que foi uma divisão do espaço, através da utilização do círculo de 360°.


Acontece que o uso do calendário traz implicações, pois é ele que rege a vida das pessoas que o utilizam. Uma vez que foi usado por tão longo tempo, afetou a mente das pessoas e o que afeta a mente do ser humano acaba refletindo no mundo e hoje nós vemos o resultado disso num mundo caótico, de guerras, desarmonias, desentendimentos, desperdício criminoso de recursos naturais e uma sociedade completamente materialista, dominada pelo dinheiro, pelas máquinas, pelas bolsas de comércio e outras, com um slogan odioso que diz que “ tempo é dinheiro” e tudo gira em torno deste círculo vicioso.


Observamos, então, que as pessoas de um modo geral vivem como verdadeiras máquinas, pois na verdade não passam de unidade consumidoras e o mundo vai ficando cada vez mais materializado, artificial, mecanizado. Também estamos regidos por um relógio, com hora de 60 minutos, que nos escraviza em nosso dia-a-dia, nos indicando a hora para tudo, atrofiando o relógio biológico que existe dentro de nós e cada vez mais nos transformando mesmo em verdadeiras máquinas.


Este uso prolongado do calendário irregular, feito na forma de uma medida do espaço e não do tempo, sem respeitar os ciclos naturais, tirou a humanidade da sua frequência natural que é 13:20 e a colocou na frequência artificial 12:60, a frequência do materialismo, da guerra, das máquinas, do “tempo é dinheiro”, pois é isto que a frequência artificial 12:60 geral. A frequência 12:60 , em que vivemos, criada pelos 12 meses irregulares do calendário gregoriano e pelos 60 minutos do relógio, que regem a nossa vida, é uma frequência que gera o que estamos vendo hoje no mundo.

Podemos ilustrar isso com o seguinte exemplo: se quisermos ouvir a programação de uma emissora de rádio, teremos de ligar o nosso aparelho e sintonizarmos na frequência da referida emissora. Enquanto mantivermos o dial do nosso rádio na frequência daquela emissora só ouviremos a sua programação. Se quisermos ouvir a programação de uma outra emissora, a única maneira de consegui-lo será mudando a frequência, ou seja, girando o dial e sintonizando na frequência desta outra emissora e imediatamente ouviremos a nova programação, completamente diferente da anterior. Não tenham dúvida de que é o que ocorre no mundo.


Enquanto estivermos e continuarmos vivendo a frequência 12:60 só vamos ver o que estamos vendo atualmente: guerras, desarmonias, desentendimentos, consumismo absurdo.


Estamos sendo regidos por um falso padrão de medida e para mudarmos esta situação precisamos de um instrumento perfeito para ordenar o nosso tempo e a nossa realidade. É o sincronário de 13 luas de 28 dias que estamos propondo e que já vem sendo usado por muitas pessoas no mundo inteiro, sendo necessário que esse contingente de pessoas aumente cada dia mais. Este é o calendário que traz a frequência correta para o ser humano, que é 13:20 e não 12:60.



Trata-se de um calendário solar-lunar genuíno, que mede a órbita da Terra em torno do Sol pela média lunar de 28 dias, contendo 13 ciclos perfeito de 28 dias, com 52 semanas perfeitas de 7 dias, que é igual a 364 dias. O 365° dia é chamado “Dia-Fora-do-Tempo”. Equivale ao dia 25 de julho no calendário gregoriano. DIA-FORA-DO-TEMPO é o dia para o perdão e a celebração artística da vida e da liberdade. É o momento perfeito para a paz universal e para experimentar a harmonia do novo tempo.


O Calendário de 13 luas é verdadeiramente único porque está sincronizado com o Módulo Harmônico, a frequência de tempo universal 13:20. O módulo harmônico é representado pelo Tzolkin, o calendário sagrado dos maias, que é formado por 20 frequências solares e 13 tons galácticos, que são grandes fluxos de energia que banham o nosso planeta a cada 24 horas, ajudando no aprendizado de um dos vinte níveis de sabedoria que todos precisamos conhecer. O tempo natural, medido pelo sincronário de 13 luas, que leva em conta a rotação de 365 dias da Terra ao redor do Sol e os 13 giros anuais da Lua ao redor da Terra, é um aspecto da existência prontamente observável por todos aqueles que prestarem atenção. Ele é encontrado dentro dos ciclos da natureza.


Os ciclos do tempo natural já estão aí e continuam transcorrendo interminavelmente. Tudo o que precisamos fazer é nos darmos conta da existência deles. No sincronário de 13 luas de 28 dias você vai sendo alertado da existência de tais ciclos para que possa sincronizar-se com eles. Comece a utilizar o sincronário de 13 luas de 28 dias, pois ele irá expandir a sua mente e a levará a projetar uma realidade harmoniosa, de modo que a ordem da sua mente passará a estar de acordo com a ordem cósmica e o resultado será um nível de imaginação criativa que lhe proporcionará a ascensão gradual a dimensões superiores.


Fonte: ondaencantada.com


Experimente! Entre em sintonia com o Tempo Natural!

Bjos no Coração

Namastê!

Saviitri Ananda – CRTH0230


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