• Saviitri Ananda

KINTERAPIA - COMO SURGIU


A KINTERAPIA é uma terapêutica quântica, que parte da análise do Kin da pessoa e objetiva permitir que todas as velhas portas sejam fechadas e assim deixar o indivíduo em sincronia com o universo, permitindo que abra com segurança outras e novas portas. Para dar essa segurança e permitir realização é necessário comungar com todas as energias disponíveis e para catalisar essas energias, precisamos do nosso corpo, que por sua vez realimentará nossa alma.


Existem momentos na vida, onde não se pode mais fugir ao nosso propósito; sabemos que todo conhecimento que fica guardado, é conhecimento que fica estagnado, que se perde e nada acrescenta a nossa evolução. Senti que este era o momento de compartilhar com todos, tudo o que me vem sendo ensinado e mostrado na área do conhecimento; ensinamentos com base na minha experiência pessoal que sempre teve o propósito de ajudar àqueles que não conseguiam acessar estas informações. Cada conhecimento adquirido e transmitido é um passo adiante e significa nossa melhora enquanto Seres.


Há algum tempo venho estudando algumas técnicas natural de cura, usadas por culturas milenares (hindi, chinesa, andina) e aplicando muitas dessas técnicas em meu trabalho de psicoterapeuta Todavia, foi apenas ao voltar dos Andes e ser iniciada no Munay Ki que me conscientizei da necessidade de passar todo esse conhecimento para o maior número de “curadores” possível.


Minha viagem para o Peru foi programada 7 anos antes da minha ida. Quando a ideia me veio, “achei” que era apenas curiosidade, coisas de turista, influências de Erich Van Daniken. Mas tudo foi sendo elucidado e aos poucos o que era desejo foi se tornando necessidade. No final do ano passado tive um “sonho” que me mostrava em Puno, nas ilhas Uros, conversando com uma velha curandeira, que por sua vez me indicava um encontro com um velho xamã das montanhas. Segundo a "vuela", eu precisava completar a minha iniciação como curandeira. Esta iniciação já havia começado "além do grande rio" e eu precisava ainda de mais dois passos, completando então os nove rituais. A "vuela" que se chamava Waylla que em aymara quer dizer "protetora, a que acolhe em sua casa". Ela me explicou que não era em Puno que eu conheceria o xamã que faria as iniciações que faltavam e que eu ainda teria que caminhar muito. Também não precisaria ir "ao topo da montanha", pois quando do Solstício, os xamãs desceriam até o Intikala e seria tranquilo o encontro. No Festa de Solstício encontrei o xamã e no dia seguinte minha iniciação no Munay Ki foi completada e eu estava autorizada a praticar e disseminar esse novo conceito de cura e reconexão.


A palavra Munay-Ki é de origem quechua e quer dizer: "seja como você é", ou "eu me amo e te amo". Expressa o poder do amor incondicional. É um conceito muito difundido nos Andes, principalmente pelos quéchuas (no caso específico os índios Qeros) cuja sabedoria é atemporal e está incorporada ao modo de vida desses nativos até hoje. Não é religião e sim uma maneira de viver bem, onde a cura de todos os males se processa de maneira muito simples: amar profundamente, limpar o coração de qualquer mágoa, harmonizar pensamentos e sentimentos, respeitar a natureza, e fazer sempre o melhor. Sua prática envolve nove ritos de iniciação, que segundo a tradição xamânica Inca, torna a pessoa equilibrada, de muita sabedoria. Com a prática do Munay Ki, nós conseguimos juntar os fragmentos de nossa alma e nos reconectar com nossa divindade, o que nos traz a cura. Nossa alma por vezes se fragmenta, e os pedaços se perdem; todavia nem tudo se perde, e o Munay Ki e uma das muitas maneiras de se trabalhar o resgate dessas partes de nossa alma. Temos sido orientados por nossos guardiões e Mestres no sentido de resgatarmos tudo o que foi perdido, e uma das maneiras é nos dedicarmos ao espiritual, a um caminho de busca que nos leve, não apenas a nos conectarmos como nossas "partes perdidas", como também ajudarmos outras pessoas a recuperarem sua Luz.



Quando começamos a buscar nossos fragmentos, iniciamos uma procura por espiritualidade, porque muitas vezes nesse processo de perda, não perdemos apenas um pequeno fragmento da alma, perdemos a nossa identidade, a profundidade de nossa fé. Descobrimos que fomos condicionados por outros fatores e outras pessoas. Aprendemos culturalmente que temos limites, que não podemos ir além deles... Todavia espiritualmente falando, somos ilimitados, temos o Universo em nós. Socialmente nos dividem em carências, necessidades, imposições, regras a seguir e nos ânsia não darmos conta de tudo isso... e aos poucos vamos nos repartindo, cada vez mais... até que acabam existindo duas opções: ou se morre, ou se vai atrás de nossos pedaços para reerguer o todo.


Estamos num tempo em que urge "ir atrás de nossos pedaços para reerguer o todo"; num tempo onde ou achamos a cura, ou nos perdemos até de nós mesmos. Urge que vivamos harmonicamente todos os nossos relacionamentos (inclusive o intrapessoal), pois estamos aqui para aprender, principalmente, uns com os outros. Não tenho a intenção de afirmar meu conhecimento e sim de repassar o que já me foi ensinado para todos os que assim o desejam. Minha intenção vem na energia do “Enlaçador de Mundos”, que reabre os ensinamentos para que outras pessoas possam se guiar por eles e alcançar o caminho da iluminação e da cura e conscientes e curadas, possam promover a compreensão e a paz, concretizando o fato de que “somos todos um”.


Sempre estamos aprendendo e já estamos cientes que não existe verdade absoluta... tudo é um alegre aprender e reciclar. Partilhamos da mesma caminhada... objetivamos crescer. Tudo é energia e nada se perde. Podemos mostrar que neste Caminho, precisamos nos transformar para evoluir e que apenas teremos condições de fazer isso, se conhecermos a nossa energia e tivermos a percepção do quanto ela faz parte do Todo e que ela é por essência, iluminação.

Tudo o que existe em manifestação foi formado a partir de uma “energia mãe” que lhe moldou o caráter de formas particulares de vida. Nosso universo é construído em muitas dimensões, cada qual com milhares de energias diferentes, mas todas provindas de um mesmo ponto central. Todas as coisas estão em relação entre si e tudo se inter-relaciona combinando energias.


O que todos precisamos ter em mente é que, o mais importante é que compreendamos a nós mesmos. Como somos em composição e anatomia, como funciona cada parte deste todo, como podemos exercer o autodomínio, como podemos utilizar nossos dons para participar de todas as coisas da vida e para levarmos iluminação e cura aonde quer que estejamos.


É importante saber que não estamos harmonizados com um Tempo Real e que esse desajuste de tempo dificulta muito o nosso alinhamento com o Universo. Seguimos um calendário que não condiz com o verdadeiro contar do tempo e que este fato nos traz muitas dificuldades de conscientização. O calendário Gregoriano foi instituído por questões "de poder" e nos afastou da contagem real do tempo. Todavia, o despertar de consciência nos trouxe o conhecimento do Tzolkin, conhecido como Calendário Maia e que na verdade foi adotado por muitos povos antigos, não só na região da América Central, como também em parte da América do Sul. Chamado de Xiuhpohualli ou Tonalpohualli (conta do destino) pelos astecas que também o adotaram, é um calendário que sincroniza a vida com o universo em movimento.




O Tzolkin (seqüência de dias) é o mais importante calendário dos ameríndios; está baseado nos ciclos das Plêiades – sistema estelar na Constelação de Touro. O ciclo galáctico das Plêiades tem a duração de 26.000 anos, e é refletido no calendário Maia através dos 260 dias da malha sagrada. Graças à exatidão do calendário, os ameríndios que o seguiam eram capazes de organizar suas atividades cotidianas e registrar simultaneamente a passagem do tempo, historiando os acontecimentos políticos e religiosos que consideravam cruciais. É o mais completo entre os sistemas de contagem do tempo e segundo consta, o ciclo que estamos vivendo atualmente teve inicio em 21 de dezembro de 2012, data que segundo as profecias, finalizou-se um ciclo de evolução e a nossa Terra passou para uma dimensão mais elevada vibrando o Amor incondicional.


Os seus 20 selos solares e 13 tons da criação formam uma ferramenta cósmica sagrada que interage intuitivamente com a memória de nosso corpo, despertando as informações nele contidas (DNA) e revelando nosso plano divino. Estamos vivenciando o tempo de Cura e entendimento. Somos co-criadores de nosso mundo e temos todo um "poder" para exercitar. Adotando um tempo real, nos harmonizando com as frequências do Universo e seguindo os ensinamentos sábios dos povos antigos, podemos restaurar não apenas a nossa saúde e o nosso equilíbrio; podemos revitalizar toda Gaya. "Sonho que se sonha só, e mais um sonho que se sonha só. Mas sonho que se sonha junto é realidade."


A KINTERAPIA (terapia através do conhecimento do kin) é uma terapêutica que envolve os princípios de cura utilizados por nossos ancestrais e visa promover o bem-estar e a qualidade de vida de todos os que estiverem receptivos a ela. Em sua prática envolve conhecimentos da medicina indiana (Ayurveda), da medicina andina (Munay Ki), da cultura chinesa e, principalmente, do que nos foi legado pela cultura Maia (calendário maia, Tempo-Arte). É um retorno ao conhecimento ancestral, permitindo que saiamos da medicina pautada na tecnologia, seccionada e acessemos a medicina holística, natural que respeita a nossa “totalidade”.


cont.

Vamos por partes, porque é muita informação. Levei mais de meio século para chegar aqui...rs

Bjos no Coração

Abraço na Alma

Saviitri Ananda - CRTH0230



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